Papelaria personalizada atende eventos sociais e corporativos com foco na qualidade e profissionalismo
Uma papelaria personalizada, com qualidade, cuidado e profissionalismo do início ao fim, desde o convite de um casamento, de uma festa de debutante, de uma boda ou de um aniversário até o menu colocado na mesa do evento. Esse é o propósito da Allice’s Papelaria Personalizada, que em 2026 completa 15 anos no mercado de festas, casamentos e eventos, ao lado da Feito à Mão Envelopes & Cia, marca que surgiu um pouco depois e cujo trabalho foi retomado neste ano, com foco na venda de envelopes e papéis especiais para quem deseja montar o próprio convite, os adeptos do “faça você mesmo”.
“Nosso foco principal são os convites de casamento, mas também atendemos debutantes, bodas e aniversários em geral, sempre com o mesmo cuidado, qualidade e atenção aos detalhes. Temos também clientes corporativos, que podem contar com o mesmo atendimento para a papelaria personalizada de suas empresas”, afirma Patricia Calsavara, publicitária, proprietária das marcas. De acordo com ela, sempre há novidades, novos modelos e coleção, de modo especial na comemoração dos 15 anos da Allice’s. “Desenvolvemos em sintonia com as novas tendências do mercado”, diz, sem ainda revelar os detalhes.
Patrícia ressalta que, no mercado de eventos, é preciso atuar com parcerias que tenham os mesmos objetivos de realizar um projeto bem-sucedido. “Em um mercado cada vez mais amplo e cheio de opções, as parcerias se fortalecem não por concorrência — afinal, há espaço para todos —, mas pela identificação entre profissionais, pelo alinhamento de valores e pela forma responsável com que cada um trabalha. Quando existe essa sintonia, os processos de montagem do evento se tornam mais leves, organizados e eficientes, beneficiando todos os envolvidos”, avalia.
O ano de 2026 é de retomadas. Uma delas é a volta do “doce desconto”, através do qual cada mês haverá um desconto diferente em um tipo de produto. Além disso, a retomada com força da marca Feito à Mão Envelopes e Cia, também pelo desejo de ajudar outras pessoas a realizarem seus sonhos dentro da papelaria personalizada. “Sabemos que não é fácil dar o primeiro passo. A insegurança, o medo de errar, a vontade de entregar algo bonito e profissional mesmo no começo. Foi pensando nisso que criamos modelos prontos, com produção rápida e materiais de qualidade, para que os nossos parceiros possam focar no que realmente importa: encantar seus clientes e crescer com confiança.”
Casais que fecham a celebração com o celebrante Fábio Luporini têm condições especiais na papelaria personalizada escolhida para os convites de casamento, para as bodas, aniversários de 15 anos e até eventos corporativos. Basta entrar em contato com o atendimento da Allice’s e agendar uma reunião ou obter informações.
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De suspiros à semijoias, empreendedoras criam produtos nichados para casamentos
Faz cinco anos que a professora de matemática Gislaine Araujo de Jesus Rodrigues resolveu empreender e começou a mergulhar no universo dos eventos. Hoje, trocou a sala de aula pela confeitaria e sua missão é transformar momentos especiais em lembranças inesquecíveis através de trabalho com propósito, sensibilidade e amor pelos detalhes. Sua empresa Suspiro Amor de Maria produz suspiros, macarrons, pirulito de cristal, marshmallows artesanais e, para 2026, vai incluir uma novidade no cardápio: balas de coco.
“É um amor que virou negócio. Meu compromisso vai além de simplesmente adicionar doçura e elegância aos momentos mais importantes da vida das pessoas. Cada detalhe é pensado com carinho para tornar o evento verdadeiramente único e especial”, afirma Gislaine. De acordo com ela, boas parcerias são importantes para unir profissionais que compartilham os mesmos ideais e valores “Juntos, conseguimos acolher os noivos com mais atenção, carinho e tranquilidade, transformando cada momento em uma experiência ainda mais especial.”
Em 2026, Gislaine quer levar aos casamentos muito mais do que experiências doces. “Queremos levar experiências doces que vão além do sabor: suspiros delicados, macarrons elegantes, pirulitos de cristal e marshmallows artesanais, pensados para encantar desde o primeiro olhar. A ideia é ampliar as opções de personalização, alinhando cores, sabores e formatos à identidade de cada casal, criando mesas afetivas, lembranças exclusivas e detalhes que fiquem na memória.” Para ela, cada doce representa carinho.
Já a nutricionista e professora Daniele Niehues ainda mantém as duas atividades em paralelo às semijoias com as quais trabalha na Isabela Bela Semijoias. Ao lado da sogra, ela decidiu empreender em um nicho bem específico, com produtos personalizados que atendem, além das noivas, as mães e madrinhas de um casamento. “As nossas semijoias são hipoalergênicas de altíssima qualidade, têm garantia, são banhadas a ouro 18 quilates, mas temos também peças banhadas em ródio branco, ródio negro, em prata 925. Então, nossa curadoria é assim impecável”, afirma Daniele.
No portfólio, a Isabela Bela trabalha ainda com clutches e bolsas de festa tipo semijoia, que são acessórios compactos, elegantes e sofisticados, ideais para casamentos, formaturas e eventos sociais. “Estamos há menos e um ano nesse ramo de casamentos e estamos muito felizes por ter entrado nesse segmento, por ter firmado parcerias de referência, com critério de qualidade e excelência aos casais”, afirma Daniele.
Ambas as empreendedoras têm parceria com o celebrante Fábio Luporini, que apresenta os produtos e portfólio delas para os casais que fecham a celebração com ele. “É importante não apenas ter parceiras de qualidade e de excelência, mas, sobretudo, produtos pensados para cada casal de maneira personalizada”, afirma o celebrante, especialista em celebrações personalizadas, ao ar livre, em Destination e Elopement Wedding. Os clientes que o contratam têm condições especiais ao adquirir os produtos das parceiras empreendedoras.
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Casamentos de destinos na Itália se transformaram em verdadeiras experiências aos casais e convidados
Cenários deslumbrantes, cerimônias simbólicas e jantares ao ar livre, além de convidados especiais em uma experiência mais intimista e profunda. Essas são algumas das características que fazem parte dos casamentos de destinos, ou Destination Wedding, que têm conquistado cada vez mais casais brasileiros em busca de celebrações únicas, de modo especial na Itália. Mas, para que a experiência seja completa e inesquecível, sem imprevistos ou problemas, é preciso contratar profissionais gabaritados, de modo particular a organizadora do evento, conhecida como Wedding Planner, e o celebrante de casamentos.
“Os casamentos de brasileiros na Itália consolidaram-se como uma tendência que ganhou uma força extraordinária nos últimos anos. Os casais começaram a entender que o casamento não é apenas uma questão de festa e volume de convidados, mas sobre viver experiências profundas com as pessoas que realmente contam. Vimos o número de convidados diminuir em favor da qualidade e da duração do evento: o que antes era apenas um dia, transformou-se em uma jornada de vários dias, com Welcome Dinner, o dia do casamento e, muitas vezes, o After Wedding”, conta Kellen Lauxen, Wedding Planner, uma das maiores referências no assunto.
Kellen é especializada na curadoria de celebrações personalizadas por toda a Itália, entre outros países, com mais de uma década de expertise em Design de Eventos. Como Arquiteta e Designer de Interiores, com especialização em Arte Floral em Florença, atende casais do Brasil, dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Índia e da Holanda que têm o sonho de se casar em algum destino italiano. Muitos deles através de um conceito mais recente e que também tem virado tendência: Elopement Wedding, quando o casal vive uma experiência a dois. “O Destination [e o Elopement] Wedding passou a ser a oportunidade perfeita para unir o matrimônio a uma viagem inesquecível”, ressalta a Wedding Planner.
CaracterísticasEntre as principais características de casais que optam por um Destination ou Elopement Wedding está justamente a realização de celebrações simbólicas, personalizadas. “Uma tendência forte é a realização da cerimônia religiosa ou civil na cidade de origem do casal, reservando para o destino a cerimônia simbólica. Isso permite uma liberdade criativa sem precedentes: a história do casal é narrada de acordo com sua personalidade, com a participação ativa de familiares e amigos em ritos personalizados que não ocorreriam em casamentos tradicionais. A essência do casal é o pilar fundamental. O foco deixa de ser apenas o protocolo e passa a ser a criação de memórias sensoriais e emocionais, onde cada detalhe do cenário à narrativa reflete a identidade dos noivos, garantindo que o evento seja verdadeiramente inesquecível para todos os presentes.”
Mas, para isso, é fundamental contar com profissionais experientes. No caso da Weddin Planner, o passo mais importante é escolher uma profissional que tenha um domínio profundo da Itália, não apenas por visitá-la, mas por viver e trabalhar no país. “É essencial contar com alguém que conheça as regras, a cultura e tenha propriedade para conduzir o casal em escolhas assertivas. É vital entender as leis locais e a forma como os fornecedores italianos trabalham. Afinal, Brasil e Itália possuem culturas muito diferentes”, diz Kellen. Segundo ela, o casal precisa estar aberto para viver experiências diferentes. “Não venha se casar na Itália se o que o casal busca é um casamento idêntico ao do Brasil”, ressalta.
CelebranteNo caso do celebrante, Kellen indica escolher alguém que já viveu e conhece a experiência italiana. “Na celebração, estamos lidando com a tradução de emoções em palavras; é o momento mais íntimo e sagrado do casamento. Se a Itália foi o cenário escolhido, é porque o casal possui uma conexão profunda com o destino, e essa conexão deve estar presente em cada frase da cerimônia. Mas como transmitir essa essência se o celebrante não vivenciou a Itália? Se ele não sentiu o perfume dos campos, o aroma do café e dos vinhos, ou não se deixou envolver pela sonoridade e arquitetura local? A emoção real só é transmitida por quem vive no lugar ou por quem já esteve e trabalhou aqui. A alma da cerimônia depende de vivências sensoriais que só o repertório local proporciona.”
Fábio Luporini é celebrante de casamentos em Londrina (PR), mas com experiência de celebrações em diferentes grandes centros no Brasil, como Curitiba e São Paulo, além da Itália. Para ele, é fundamental que o profissional escolhido para celebrar o dia mais importante de um casal tenha consciência não apenas da logística, mas das características que envolvem a localidade. “Mergulhar na cultura italiana não é apenas o básico, é mais que obrigação. Isso possibilita que o celebrante seja um verdadeiro transmissor de emoções para o casal, seus familiares, amigos e convidados”, afirma.
Jornalista, escritor, mestre de cerimônias e celebrante de casamentos, Fábio Luporini tem uma trajetória que já o levou à Itália em diferentes ocasiões. Desde peregrinações, visita a amigos, passeios turísticos, incluindo os casamentos, de modo especial em regiões como a de Verona e das Dolomitas, uma cadeia montanhosa dos Alpes orientais no norte da Itália. “Ao percorrer as paisagens, registrar os cenários pelo caminho, apreciar alguns vinhos, conhecer vinícolas, visitar pontos turísticos, experimentar a gastronomia local, o celebrante consegue absorver a cultura italiana e interligar à história e trajetória do casal, personalizando a celebração e tornando-a inesquecível.”
PersonalizaçãoIndependentemente de qual seja a modalidade, o conhecimento da Itália é fundamental para que ocorra tudo bem. Um dos casamentos que Fábio Luporini celebrou era de um casal de brasileiros que morava na Itália, com convidados vindos do Brasil e outros italianos. “Nesse caso, foi importante dizer algumas palavras em italiano para que os nativos se sentissem parte da celebração, sem perder a essência da personalização da história do casal”, recorda. Em outra ocasião, a celebração foi um Elopement Wedding de um casal de São Paulo que decidiu viver uma experiência a dois na Itália. “Então, o cenário fez toda a diferença e fez parte da cerimônia, inclusive porque era algo totalmente diferente do que se fosse no Brasil.”
Esse cuidado com a narrativa vivida pelo casal aliado à contextualização local produz uma experiência única, que jamais poderá ser repetida. “Essa é a essência da celebração simbólica personalizada, é entregar a cada casal uma cerimônia que foi preparada e pensada apenas para eles. E ninguém mais no mundo terá igual”, ressalta o celebrante. Mas, para ter, de fato , uma experiência única de uma celebração que interliga o casal ao cenário e à decoração, aos convidados (quando houver) e às vivências locais, é importante escolher o celebrante com antecedência, para que a logística seja muito bem organizada, de modo especial quando o profissional reside no Brasil.
Para Fábio Luporini, é perfeitamente possível organizar, até porque a Itália tem uma temporada de casamentos onde pode-se programar diversas celebrações. “A pergunta que sempre faço é ‘quanto vale o dia mais especial de um casal?’. Por isso, o casal deve garantir com antecedência não apenas o celebrante, mas todos os profissionais que farão com que aquele dia seja, de fato, o mais especial e inesquecível”, orienta.
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Celebração de casamento não é espetáculo: qual a maior tendência para 2026?
Celebrar significa muitas coisas. Da origem latina, pode ser honrar, fazer solenidade ou festejar. Dos significados que damos na atualidade, pode-se considerar reunir amigos e familiares, compartilhar momentos únicos de felicidade, comemorar conquistas. No que se refere ao casamento, nenhuma das possibilidades da palavra celebrar faz referência à espetáculo. E essa talvez seja a maior tendência das celebrações personalizadas de casamentos para 2026: não transformar a celebração em um espetáculo.
Vê-se viralizados pelas redes sociais vídeos de decorações faraônicas nas celebrações ou festas de casamentos, de situações inusitadas e inimagináveis durante a celebração, de brincadeiras e piadinhas que levam até ao cancelamento da celebração. Mas o que verdadeiramente emociona é o significado que os casais conferem às suas celebrações. E não há problema algum em realizar uma decoração memorável, incrível e grandiosa. Ou preparar uma celebração leve, descontraída e com momentos bem-humorados. Nem tampouco preparar algo diferente. Desde que a essência da celebração seja o amor de um pelo outro, a escolha que o casal fez.
Quando me perguntam qual é a condição para que eu escolha celebrar um casamento, sempre digo que é preciso ter amor. Se há amor, escolha voluntária de um pelo outro, cumplicidade, conexão, vínculo, então estão aí os ingredientes para uma celebração incrível. A matéria-prima do celebrante é a história do casal. É o que viveram em sua trajetória, longa ou curta. O resto vem para potencializar a emoção. E aí cada casal escolhe o que faz mais sentido. Pode ser um dentre vários rituais, como o das areias, o do vinho, o das velas e muitos outros. Ou, então, algum tipo de dança, alguma ação com drone, algum momento simbólico ou homenagem a algum parente falecido.
Por isso é que a maior tendência para casamentos personalizados em 2026 é justamente a retomada da essência de cada celebração, de cada casal, de cada história e trajetória. Depois de viralizar diversas trends nas redes sociais, as pessoas têm percebido que fazer uma trend por fazer não promove o verdadeiro sentido e significado da celebração. Ao contrário, torna-se um espetáculo vazio. Daí o pedido dos casais para uma celebração mais intimista, às vezes minimalista, sem fugir do tradicional, mas, sobretudo, carregada de emoção e personalidade.
De fato, como celebrante de casamentos personalizados, realizo exatamente o que cada casal quer e imagina para o dia mais especial dos dois. Qualquer tipo de ritual, qualquer planejamento diferente. E, dentro disso, imprimo emoção, significado e sentido. Afinal, celebrar também é transformar aquele momento em inesquecível e nostálgico.
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Casamentos ao ar livre viram tendência em cerimônias com celebrante social
Ao ar livre, no pôr do sol, no fim de tarde ou, até mesmo, de noite, sob a luz das estrelas, os casamentos ao ar livre estão se transformando em tendência. Muitos casais buscam ainda um contato maior com a natureza e, por isso, têm preferido se casar em chácaras e fazendas, mesmo dentro das cidades, mas, longe do barulho dos centros urbanos e do trânsito. Nesse sentido, o papel do celebrante social de casamentos tem ganhado destaque como opção dos noivos para a realização de uma cerimônia personalizada.
“A maioria dos noivos que me procura e dos quais eu celebro o casamento optam por realizar a cerimônia no fim de tarde, com o objetivo de pegarem o pôr do sol, ou a ‘golden hour’ durante as fotos após a celebração. É por isso que meu trabalho deve ser personalizado e levar em conta o desejo dos noivos”, afirma Fábio Luporini, celebrante social e profissional de casamentos, especialista em cerimônias ao ar livre. De acordo com ele, o trabalho precisa estar em harmonia com a organização do evento, com os músicos e com fotógrafos e videomakers. “Meu trabalho não pode prejudicar o dos outros profissionais, mas, potencializar o de cada um para realizar o sonho do casal.”
Fábio Luporini é natural de Londrina, no interior do Paraná, cidade referência em eventos e casamentos em todo o Brasil. Entretanto, ele já celebrou em diversas outras cidades, como Maringá, Ibiporã, Cambé, Cornélio Procópio, Telêmaco Borba, Curitiba, São Roque e São Paulo. “A gente percebe que a escolha dos noivos se dá pelo cenário ao ar livre, seja à beira de uma represa ou com a vista para as montanhas. Ou, simplesmente, por conta do contato com a natureza ou no pôr do sol. Meu papel é captar esse sentimento do casal e transformar o sonho em realidade”, observa o celebrante de casamentos.
Entretanto, Luporini pondera que é preciso estar preparado para o Plano B. “Em todas as situações, a equipe de organização e os fornecedores devem estar alinhados para executarem um plano B caso aconteça alguma coisa”, ressalta. Seja um sol muito forte ao meio-dia, por exemplo, ou um tempo muito frio e até chuva no fim de tarde. “O calor intenso deixa as pessoas desconfortáveis, assim como a chuva, que atrapalha tudo. Já vivi situações em que foi preciso transferir a cerimônia no meio porque começou a garoar”, conta.
Nesse caso, os noivos de Maringá foram se casar em Londrina apenas por conta do pôr do sol. Mas, o dia está nublado com previsão de chuva. “Nós iniciamos a celebração ao ar livre, mas, já preparados para a mudança. Quando entraram as alianças, começou a garoar. Então, muito calma e naturalmente, pedi que as pessoas se dirigissem ao salão, que já estava preparado. Quando retomamos, disse ao casal que eles eram especiais porque teriam fotos em dois ambientes diferentes na mesma cerimônia. Eles e os convidados se sentiram muito acolhidos”, diz.
Outra vez, lembra o celebrante, a cerimônia foi realizada na beira de um lago em Telêmaco Borba. “Estava um dia quente e ensolarado, mas, no meio da celebração, consegui ver a chuva vindo por trás. Então, fui conduzindo a cerimônia, sem correr nem pular etapas, mas, a tempo de terminá-la antes da chuva. Assim que os convidados entraram no salão, começou a chover e tudo deu certo”, ressalta Luporini. Conforme o especialista, é preciso ter bom senso para não prejudicar os noivos e convidados.
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Celebrante de casamentos é o profissional “mais fácil” de se levar num Destination Wedding
Está virando moda e tendência casais que optam por um Destination Wedding, ou seja, que escolhem se casar em um destino diferente da cidade de origem, num ponto turístico ou num local específico, como uma praia, cachoeira, montanha ou resort. Dentro tantos profissionais que os noivos precisam mobilizar para a concretização da cerimônia, o celebrante de casamentos é o “mais fácil” de se levar. Especialista em Destination Wedding, o celebrante Fábio Luporini confirma: “O celebrante não precisa de equipamentos nem nada, basta uma mala com sua roupa”, ressalta.
Fábio Luporini conta que já celebrou casamentos em diversos lugares fora da cidade de origem dos noivos. Entre esses locais, clubes de campo em cidades do interior, palacetes na beira da serra e até em países diferentes, como a Itália. “Grande parte dos casamentos, principalmente os com destinos diferentes, é organizada com antecedência. No caso da Itália, fui contratado apenas dois meses antes. Achei uma passagem acessível, arrumei a mala e fui. Não precisei me preocupar com excesso de bagagem ou em como levar equipamentos, como a equipe de foto e vídeo”, recorda.
Natural de Londrina, Fábio Luporini já celebrou casamentos em toda a região Norte do Paraná, além da capital Curitiba e de São Paulo. Em julho de 2023 embarcou para a Itália, onde celebrou um casamento em San Bonifácio, pequeno vilarejo próximo a Verona. “Quando a gente prepara com antecedência, consegue se programar e tornar tudo o mais acessível possível para os noivos”, reforça Luporini. De acordo com ele, a tendência é que os noivos se casem em suas respectivas cidades, mas, quando vão celebrar um Destination Wedding, levam apenas alguns poucos fornecedores e convidados.
São RoqueEm outubro de 2022, Luporini foi contratado para celebrar bodas de estanho, quando o casal completa 10 anos de casados, em São Roque, cidade vinícola próximo a São Paulo. Nesse caso, o casal levou apenas dois fotógrafos, dois filmakers e o celebrante. “Dependendo do veículo, dá para todos irem em um carro só. Nesse caso, fomos em carros diferentes porque cada profissional chegava e partia em horários distintos. Mas, o que quero dizer é que tudo se torna possível quando se planeja com antecedência o Destination Wedding.
Entre as vantagens de um Destination Wedding está o registro de memórias e lembranças em um local especial para o casal, seja um destino onde eles se conheceram, onde começaram a namorar ou onde ficaram noivos. “Pode ser pé na areia, no pé da serra, num parque como a Disney ou numa paisagem inóspita e bucólica. Tudo é possível porque o mais importante é o significado que isso tem para o casal”, ressalta o celebrante. Tenha ou não convidados.
Claro que, num Destination Wedding, a probabilidade de que todos os convidados compareçam é menor, dadas as circunstâncias de viagem, tempo e recursos financeiros. Há casais que têm condições de bancar a viagem e hospedagem dos amigos e familiares, enquanto outros custeiam apenas parte dos gastos. Ou, então, há os que preferem realizar uma celebração mais intimista, na qual, de fato, apenas os noivos participam. “O importante é preparar uma celebração personalizada, conforme a vontade, o desejo, a realidade e o contexto do casal.”
ItáliaQuando Fábio Luporini celebrou na Itália, não prometeu nem se comprometeu, mas, preparou algumas falas em italiano durante a celebração. “Afinal, era preciso fazer com que os convidados italianos se sentissem parte da cerimônia e compreendessem ao menos o contexto. Foi uma surpresa para os noivos, que ficaram ainda mais emocionados. No meu caso, consigo preparar celebrações que mesclam dois idiomas, embora não fluentemente, em inglês, italiano e espanhol”, afirma o celebrante.
PreparoPara celebrar um casamento fora do país, é preciso sempre estar preparado com alguns aspectos. O primeiro deles é ter o passaporte em dia. Até porque é um procedimento que demora para ser realizado e pode prejudicar a viagem. Em seguida, é necessário verificar detalhes necessários no destino, como visto, vacinação, documentos, seguro. Enfim, o que é preciso para viajar a determinado país? Por fim, é preciso garantir as passagens: em primeiro lugar, a de ida e volta. E, em segundo, os deslocamentos internos.
“O mais importante é ter as passagens em mãos, verificar horários e dias, levando em conta o fuso, além de checar as conexões. Quando fui celebrar na Itália, tive que ficar um dia em Madri na ida e algumas horas em Frankfurt, na volta. Além disso, desembarquei em Milão e tomei o trem para Verona. Num país diferente, é preciso entender e conhecer a realidade, o tempo de deslocamento e as especificidades, principalmente, quando o casal não é de lá”, ressalta Luporini. O celebrante já havia viajado à Itália algumas vezes e conhecia alguns aspectos que facilitaram esse preparo.
Uma celebração internacional como essa exige esses cuidados. Se for necessário, é importante contratar uma agência de viagens especializada nesse tipo de serviço, voltada a Destination Wedding. Afinal, são muitos os riscos de acontecerem imprevistos e é preciso garantir que o dia mais importante do casal seja inesquecivelmente maravilhoso.
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Pôr do sol de Londrina atrai casais de outras cidades e estados
Inigualável no mundo e verdadeiro ponto turístico natural, o pôr do sol de Londrina tem atraído não apenas cliques no Instagram, mas, também, chamado a atenção de diversos casais que decidem celebrar o amor sob o crepúsculo do início da noite. O fim de tarde londrinense é tão bonito e tão famoso que, inclusive, noivos de outras cidades decidem realizar aqui a cerimônia e a festa, com o único objetivo de deixar registrado nas fotos e vídeos esse cenário ideal para a celebração.
“Londrina não era o nosso foco principal. Fomos parar aí por conta do buffet do Möress, que já conhecíamos e estávamos pensando em levá-lo para Bauru. Mas, a nossa primeira reunião no Fazenda e, quando vimos aquele cenário, ficamos encantados! Era exatamente o plano de fundo que havíamos sonhado! A partir daí, mudamos todos os planos para fazer o casamento acontecer lá”, conta o casal Amanda Juncal Prudente Pavan e Vitor Ottoboni Pavan, ambos advogados, que se casaram em Londrina no dia 3 de setembro de 2022. Ela é natural de Bauru, no interior de São Paulo, e ele de Maringá. Embora morassem juntos na cidade paranaense, decidiram se casar em Londrina, apenas por conta do cenário.
Claro que a cerimônia ao ar livre tem seus percalços e, no dia do casamento deles, o tempo não estava firme. “Nosso casamento foi incrível, cheio de emoção e de surpresas climáticas. Apesar da chuva que caiu no meio da cerimônia, o plano B era super bem estruturado e acomodou perfeitamente nossos convidados”, contam os noivos. A celebração teve início com o céu de Londrina ao fundo e terminou dentro do salão. “Por fim, hoje temos registros fotográficos da celebração do nosso amor em dois cenários diferentes e igualmente lindos, o que torna a lembrança desse dia ainda mais especial”, dizem.
Quem estava à frente da organização desse casamento era Janaína Biscaia, organizadora de eventos especialista em casamentos. “A beleza do casamento à luz natural traz uma experiência incrível para noivos e convidados. Todos ficam encantados com o pôr do sol, com a imagem, fazem muitas fotos. As pessoas querem aproveitar a vista que nem sempre deslumbram no dia a dia”, afirma. Janaína já realizou casamentos de casais que vieram do Mato Grosso do Sul, de São Paulo e até da Alemanha, optando por se casarem em Londrina por conta da vista e do cenário. Alguns têm ligação com a cidade, outros não. “Muitas vezes, o pôr do sol é o ponto de encontro.”
Como organizadora de eventos especializada em casamentos, Janaína observa que é preciso escolher a data da cerimônia ao ar livre com base na meteorologia. “Tem que saber qual mês chove mais, quais os horários do pôr do sol no outono, no inverno. E conferir o tempo durante a semana para prever o plano B”, ressalta. Além disso, é preciso ter uma equipe alinhada para que o desejo dos noivos seja realizado, se querem o pôr do sol durante a cerimônia ou durante a sessão de fotos posterior.
Jéssica Costa e Allan Oliveira são um casal de fotógrafos, à frente da DuBaú Fotografia. Foram eles que registraram o casamento da Amanda e do Vitor e de tantos outros casais que escolhem esse horário e cenário. “Londrina tem uma característica forte desses cenários, da vista do pôr do sol. A luz é mais suave, a temperatura faz com que o ambiente fique mais agradável e temos a luz mágica, a golden hour, como dizemos, tão linda e preciosa, justamente, porque dura apenas alguns minutos, diferente de qualquer luz durante o dia”, ressalta Jéssica.
De acordo com a fotógrafa, muitas noivas escolhem a hora dourada para o casamento. “É comum fotografarmos noivas de outras cidades, como Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, que escolhem se casar aqui por causa dos cenários e do pôr do sol. Segundo essas noivas, o pôr do sol de Londrina é diferente, é mais bonito”, diz. Os conselhos da fotografia também são válidos. “Para os noivos que sonham com essa experiência, aconselhamos a escolherem meses com pouca probabilidade de chuva, iniciar a cerimônia com pelo menos uma hora e meia antes do pôr do sol. E, claro, contratar profissionais comprometidos, desde o salão de beleza que irá produzir a noiva até o celebrante que irá conduzir a cerimônia. Todos esses profissionais precisam cumprir os horários para que não ocorram atrasos que comprometam esse momento.”
O Möress Fazenda, onde se casaram Amanda e Vitor, de fato, tem uma vista privilegiada. Localizado no início da estrada do Limoeiro, tem uma visão de frente para o relevo ondulado de Londrina, onda ainda há muitas plantações. “A vista é o que acaba chamando mais atenção, a experiência de um pôr do sol no nosso espaço é um diferencial. Os convidados curtem esse momento, registram com fotos ou apenas contemplam. Os registros ficam incríveis, os noivos já chegam com várias referências do pôr do sol e organizam, inclusive, o horário da cerimônia de acordo com ele, para não correr nenhum risco de perdê-lo no ensaio fotográfico”, afirma Aline Gimenez Magalhães, diretora do espaço.
Turismóloga, Aline diz acreditar que o pôr do sol é, sim, um atrativo turístico. “As pessoas têm valorizado cada vez mais contemplar momentos como esse, às vezes se deslocam no meio da semana até aqui apenas para ter essa experiência. Vejo as pessoas se emocionando quando presenciam esse momento aqui pela primeira vez. Sinto a conexão dos casais e clientes com a energia que nosso pôr do sol proporciona, ver cada olhar é incrível. O pôr do sol, praticamente, faz parte do nosso pacote de serviço”, diz.
A médica Barbara Marinelli Dal Poz e o agrônomo Lucas Dal Poz são de Assis, no interior de São Paulo e resolveu se casar em Londrina, no Möress Fazenda, apenas por causa do pôr do sol. Realizada no dia 20 de maio de 2023, a cerimônia deles foi no outono, sem chuva e com a chamada hora dourada nas fotos após a celebração. “Lugar incrível e belíssimo. Sem palavras! Amamos a experiência, casaríamos mais mil vezes para recordar tudo novamente”, conta Barbara. A organização foi de Ana Barcarolo e registros da equipe de fotografia Madeira. “O põr do sol é a expressão de Deus de um dia que vai ficar marcado na vida das pessoas para sempre”, avalia Thiago Mendes, fotógrafo que registrou a cerimônia.
Os dois casamentos foram celebrados por Fábio Luporini, que é jornalista, colunista da Folha e celebrante de casamentos, especialista em celebrações ao ar livre e no pôr do sol. Faz quase uma década que Luporini realiza celebrações, inclusive fora de Londrina, em outros estados, e diz que a grande maioria delas é no horário do fim da tarde. “Já era uma tendência, potencializada após a pandemia. As pessoas têm procurado se casar nesse horário porque, além de um cenário lindo para as fotos, é aberto ao ar livre”, afirma.
De acordo com ele, é importante cada profissional envolvido trabalhar junto para poder proporcionar esse momento, afinal, o celebrante é quem tem o controle do tempo. “Meu trabalho não pode prejudicar o do fotógrafo nem o da organização do casamento. E, assim, a celebração deve ter uma duração que permita aos noivos o registro de fotos no pôr do sol”, ressalta. Além disso, no caso da cerimônia que precisou acionar o plano B, Luporini conta que tudo foi feito naturalmente. “Os noivos queriam o pôr do sol, mas, o tempo é imprevisível. Então, como celebrante, preciso tornar essa experiência o mais linda possível, mesmo que os planos tenham sido diferentes do inicialmente planejado”, diz. No fim das contas, o pôr do sol é mais um elemento que ajuda a transbordar a emoção do casal, assim como a celebração, a música, a festa, entre outros itens.
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Em um Destination Wedding, papel do celebrante de casamentos é fundamental para o casal
Buffet, salão, vestido da noiva, terno do noivo, fotógrafos e videomaker. Muitas são as preocupações de um casal quando resolve se casar. Entretanto, tão importante quanto é escolher de maneira assertiva o celebrante do casamento. A pessoa que irá conduzir a cerimônia deve ser alguém que tenha a capacidade de captar a essência do casal, traduzir a história dos noivos e ter sensibilidade para transformar o dia mais especial no mais inesquecível. O casal Naarã Macedo e Emerson Bruno de Lima não apenas escolheu uma cerimônia personalizada, em um Destination Wedding, mas, um celebrante que entregou mais do que prometeu e do que eram as expectativas dos noivos.
Naarã e Bruno são brasileiros (ela de Ibiporã e ele de Curitiba), mas, se conheceram e se casaram na Itália, num cenário bucólico, charmoso e romântico de San Bonifácio, próximo de Verona, considerada a cidade do amor. Faltando dois meses para a celebração, pediram indicação de celebrante ao fotógrafo, Bruno Rubituci, também brasileiro, de Londrina. “Optamos por uma cerimônia personalizada em que fosse contada nossa história de um modo diferente e especial. Com a indicação, a gente foi ver os vídeos do Fábio e gostamos”, lembra Emerson Bruno. Por coincidência ou não, o celebrante Fábio Luporini também era de Londrina, mesma cidade do fotógrafo, ao lado de Ibiporã, cidade natal da noiva, Naarã.
Inicialmente, os noivos queriam que o celebrante preparasse a cerimônia para que algum amigo pudesse conduzi-la. Entretanto, Fábio Luporini fez uma proposta “indecente”, dizendo que iria até a Itália, cobrando apenas alguns custos operacionais. “Após várias reuniões, a gente acabou gostando das conversas e acabamos fechando com ele, que também, por sua vez, estendeu a mão e nos ajudou, ajudando com a questão da passagem, os valores e as tratativas”, conta o noivo.
Fábio Luporini, que é celebrante de casamentos há quase uma década, conta que, além da experiência, contou com a “mão de Deus” para poder celebrar esse Destination Wedding. “Quando recebi o convite, um casal de primos estava se mudando para Verona. Então, perguntei se me hospedariam, o que eliminou o custo de hospedagem do casal”, conta o celebrante, que já realizou centenas de celebrações em diversas cidades, desde Londrina, Maringá, Curitiba, São Roque e São Paulo, entre outras.
PreparaçãoNum Destination Wedding, quando o casal é de outra cidade, a preparação da cerimônia acontece via aplicativos de ligação por vídeo. “A gente conversou, ele fez várias perguntas, fez uma entrevista. Contamos a nossa história, teve risada, choro e emoção, teve tudo. Com a experiência do Fábio, a gente não precisou bater a cabeça em saber o que dizer, o que falar. Já estava tudo na ponta da língua”, diz Bruno. Naarã conta que foi pura confiança. “A gente confiou e deu certo.”
Além de celebrante, Fábio Luporini é jornalista. Talvez por isso é que o processo de preparação de uma cerimônia seja leve e bem conduzida. “Sempre digo que celebrar é como contar uma história, como o jornalista faz ao escrever uma reportagem ou livro. Então, minha missão é conduzir o casal, na reunião de alinhamento e na própria cerimônia, de maneira com que eu consiga extrair dos noivos as mais lindas emoções”, explica o celebrante.
A celebraçãoNaarã e Bruno consideram que a celebração do casamento deles foi a melhor que já viram na vida. “Para mim, foi a melhor das melhores. No casamento a gente chorou, a gente riu, todo mundo se emocionou. Foi a melhor experiência que a gente teve. De todos os casamentos que fomos, o nosso foi o melhor. Talvez por ser o nosso, não vai ter um que vai superar. Mas, a gente conhece outros celebrantes e podemos dizer que o Fábio é 10”, diz Bruno.
Teve gente que garantiu que não ia chorar. “Para mim, foi surreal, superou as expectativas demais. Muito mais do que isso. Foi uma celebração que contou nossa história com muito respeito, amor e carinho. Eu vi o zelo que ele teve. Foi uma das melhores celebrações que eu assisti. Chorei demais. Dizia para todo mundo que eu ia ser durona e que não ia chorar, e fui a que mais chorei. Foi muto importante, foi um momento muito especial”, avalia Naarã.
Em italianoNum Destination Wedding, é importante que o celebrante esteja atento não apenas aos noivos, mas, também, aos convidados, principalmente quando existem pessoas de diversas nacionalidades. “Eu jamais esperei que o celebrante fosse falar tanto em italiano como ele falou. Ele disse que ia falar uma coisinha ou outra, mas, foi muito mais. Foi um zelo, um carinho, um aconchego”, conta Naarã.
Esse cuidado faz com que os noivos se sintam bem, assim como os convidados. “O Fábio foi uma pessoa que Deus mandou. Eu o indico mil vezes, com certeza, sem pensar. Por toda a experiência que a gente viveu, por toda a paciência, por tudo o que envolveu aquele dia e antes do casamento. Pelo desafio de vir aqui celebrar esse casamento na Itália”, ressalta Bruno.
Fábio Luporini explica que, embora não seja fluente em outros idiomas além do português, preocupa-se em dizer algumas palavras nas diferentes línguas quando há convidados de outras nacionalidades. “Nesse caso, eu não podia não falar em italiano. Havia muitos amigos italianos que também precisam entender o contexto da celebração. Então, quando não há um tradutor na cerimônia, procuro dizer algumas palavras em outro idioma. Já fiz assim com italiano, inglês e espanhol”, explica.
Destination WeddingO celebrante aponta que, em um Destination Wedding, é preciso ter experiência não apenas com a celebração, mas, também, com todas as questões que envolvem esse tipo de casamento. Afinal, o Destination Wedding é caracterizado por uma celebração em que os noivos se deslocam de suas cidades de origem para se casarem em um local diferente, seja perto ou longe, seja no mesmo país ou no exterior. “O celebrante precisa levar em conta não apenas a diversificação de idiomas, mas, também, outras questões, com a viagem, o visto, a hospedagem, o deslocamento. Então, celebrar um Destination Wedding exige experiência”, ressalta Fábio Luporini.
Entre os detalhes, além da história do casal na celebração, o celebrante experiente em um Destination Wedding está atento às passagens aéreas, quais são mais baratas, que escalas e conexões serão feitas, além de preparar a viagem com antecedência e uns dias antes para não correr o risco de ser surpreendido com algum imprevisto, como voo perdido ou cancelado. “Ou seja, é preciso se preparar para o caso de, se acontecer algum imprevisto, dar tempo de resolvê-lo”, afirma Fábio Luporini. O mesmo vale para o transporte e a hospedagem até a cidade e o local da cerimônia. “É preciso deixar tudo alinhado com antecedência.”
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Quais as vantagens e desvantagens de se casar na época das festas de fim de ano?
Mini Wedding, Destination Wedding ou Elopement Wedding: não importa a modalidade, as pessoas estão escolhendo mais se casarem entre os dias 23/12 e 1º/01, uma época tradicionalmente fraca no setor de eventos. Diversos podem ser os fatores que contribuem para essa escolha, entre eles, o próprio período de férias que, por um lado, pode possibilitar preços mais em conta dos fornecedores e, por outro, escassez de serviços. Somente na plataforma iCasei, pioneira em sites e listas de casamentos no Brasil, são 1.228 casamentos nesse período.
Fernanda Cruz, editora-chefe de conteúdo do iCasei, observa que, graças ao verão brasileiro, celebrações ao ar livre são uma boa pedida para aproveitar os finais de tarde, com cerimônias e festas realizadas no campo ou na praia. “Os eventos podem, inclusive, começar no meio do dia e adentrar a noite”, conta. A decoração pode variar de acordo com o local e a criatividade dos noivos, assim como o vestuário, que geralmente é mais descontraído, permitindo tecidos mais leves e naturais, como o linho, a seda e o algodão.
Nesse sentido, tem até gente que opta por uma decoração natalina, embora essa não seja uma regra nem uma obrigação. A plataforma iCasei até sugere itens de decoração como tags de mesa, etiquetas, papelaria, mas, também, o dresscode das madrinhas e padrinhos, com vestidos e gravatas nas cores vermelha e verde, assim como o buquê da noiva. Mas, o que mais leva as pessoas a se casarem nessa época do ano é, de fato, a possibilidade de encontrar fornecedores mais em conta, com promoções e descontos, já que é um período em que tradicionalmente não há eventos.
“Os casais que optam em se casar nesse período precisam estar cientes dos desafios, como falta de profissionais, possibilidade dos convidados não poderem comparecer e, até mesmo, chuvas intensas de verão nos finais de tarde. Entretanto, também há muitas vantagens”, explica Fábio Luporini, celebrante de casamentos. De acordo com ele, é mais comum Destination e Elopement Wedding, quando os noivos se casam em algum destino diferente ou numa cerimônia apenas eles mesmos. “Nesses casos, a questão dos convidados não poderem ir nem sempre é uma dificuldade.”
Fábio Luporini orienta que, para evitar a escassez de profissionais, o casal deve se programar e contratar os serviços com bastante antecedência. “No caso do celebrante, grande parte dos casais chega faltando três a seis meses para o casamento. O ideal é deixar a agendado com até um ano de antecedência, com alguns fazem. Pois, assim, dá tempo do profissional programar viagem, férias e festas com a família”, observa.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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Noiva contrata celebrante quase dez anos depois de assistir a primeira celebração dele
Quando Nathalia Cerra decidiu se casar com Filipe Hilgert, em 2023, uma série de coincidências apontava para o celebrante Fábio Luporini. Não teve jeito: o casal o escolheu para conduzir a cerimônia de casamento e hoje guarda as melhores lembranças desse dia mais que especial. A noiva, inclusive, esteve presente no primeiro casamento celebrado por Fábio Luporini, quase dez anos antes, mais ou menos na mesma época em que os noivos haviam começado a namorar.
“Eu tive o prazer de estar presente no primeiro casamento que o Fábio Luporini celebrou, há quase dez anos, afinal, por coincidência, era o casamento da minha prima. O mais legal é que, além disso, eu já o conhecia pois ele também era meu professor na época”, conta Nathalia. Fábio Luporini era amigo dos noivos, havia estudado e trabalhava com a noiva. Apesar disso, nunca havia celebrado um casamento e fora convidado pela amiga para conduzir a cerimônia, já que o casal já havia se casado em uma cerimônia na Igreja, reservada à família.
Fábio Luporini conta que preparou um roteiro que acreditava ser importante, a mesma base que utiliza até hoje, embora cada roteiro seja personalizado. “Como eu já conhecia os noivos, então, foi fácil contar a história do casal. E acredito que isso tenha sido importante para dar o toque personalizado e emocionante”, conta Fábio Luporini. Na época, a organizadora do casamento Heliane Figueiredo incentivou Luporini a investir nessa nova profissão. E, hoje, já foram centenas de casamentos celebrados em Londrina, Maringá, São Paulo, interior do Paraná e até na Itália.
PersonalizaçãoO que chamou a atenção de Nathalia na celebração da prima não foi apenas ter sido ao ar livre. “Foi uma celebração muito especial, tanto por ser celebrada por alguém super querido e próximo dos noivos e de mim também, mas, principalmente, por ter sido uma das primeiras cerimônias que eu pude presenciar fora de uma Igreja, em um lugar lindo ao ar livre”, conta.
Ali Nathalia teve certeza de que gostaria de se casar ao ar livre em uma celebração personalizada. “O Fábio pôde transmitir muita emoção e sensibilidade a todos os convidados, mas, lembro de me surpreender com a personalidade e a história dos próprios noivos estando ali presentes e servindo de pano de fundo para conduzir a cerimônia e esse dia tão marcante na vida do casal”, diz.
Outras coincidênciasFábio Luporini era professor quando Nathalia e Filipe começaram a namorar. “Eu vi os dois começando a namorar, aquele namoro adolescente no pátio da escola que foi amadurecendo e se transformou num relacionamento lindo”, conta Luporini. Então, também para ele, foi especial celebrar o casamento de um casal que ele viu nascer. Além disso, quando os noivos começaram a procurar os fornecedores da cerimônia, a organizadora do casamento deles, Janaína Biscaia, da Votus Eventos, também indicou Fábio Luporini.
“A Janaína é uma excelente profissional e com quem trabalho muito. Sou grato por celebrar muitos casamentos organizados por ela, afinal, a gente fica muito mais tranquilo quando trabalha com pessoas queridas e profissionais competentes”, diz Luporini. E aí Nathalia e Filipe não tiveram dúvidas. “Quando começamos a organizar nosso casamento, em uma das primeiras conversas com a assessora, a Janaína, da Votus Eventos, nos indicou o Fábio e nem tivemos dúvidas em chamá-lo para estar presente no nosso tão sonhado dia”, conta.
Nathalia diz que não se arrepende da escolha. “Com certeza foi mais uma escolha acertada em nosso casamento, fez toda a diferença ter alguém que nos transmitisse confiança e tranquilidade naquele momento no altar, que soubesse lidar com certos imprevistos – apesar do pôr do sol lindo, ventava muito na hora da celebração – e ainda conseguir contar nossa história e passar uma mensagem linda que lembraremos pra sempre com muito carinho”, afirma. “Indico e indicaria mil vezes! No fim, só tenho a agradecer por todo o carinho conosco e que ele continue celebrando muitos e muitos casamentos, inclusive na família.”
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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Ex-aluno convida ex-professor uma década depois para celebrar seu casamento
Tem aluno que deixa a escola querendo nunca mais ver alguns professores. Gabriel Fogaça não apenas não fez isso como, quase dez anos depois, convidou o ex-professor Fábio Luporini para celebrar seu casamento com Letícia Pionelli. A celebração foi realizada no dia 4 de fevereiro de 2023, no Empório Guimarães, em Londrina (PR). E é lembrada até hoje pela equilibrada dose de emoção com descontração, tornando a cerimônia leve e inesquecível. “Quando pensamos na celebração, pensamos em algo leve e que fizesse sentido para nós. O Fábio conseguiu unir tudo isso”, ressalta Gabriel Fogaça.
Fábio Luporini, hoje celebrante de casamentos, é jornalista e atuou como professor em escolas de ensino fundamental e médio. Ele garante que Fogaça era um bom aluno. Como todos os outros, um pouco bagunceira, mas, nada que atrapalhasse a aula nem prejudicasse suas notas, que eram muito boas. Essa ligação entre ex-aluno e ex-professor também foi importante para trazer à tona algumas emoções para o casal. “Muito do que o Fábio era em sala de aula dava para se notar também na cerimônia, o equilíbrio entre descontração e emoção da cerimônia lembrou bastante o equilíbrio entre as brincadeiras na sala de aula e a exigência nas provas”, conta o noivo.
Entretanto, não foi apenas o noivo que sentiu isso. Leticia Pionelli também, assim como todos os familiares e convidados. “Todos acharam a celebração maravilhosa. Segundo a noiva, foi incrível porque o Fábio conseguiu incluir pontos muito importantes, tanto para a história do casal quanto em relação a homenagens, resultando em uma cerimônia com mais sintonia”, conta Fogaça. E, de acordo com Luporini, essa é a espinha dorsal de uma celebração personalizada, que leve em conta a história de cada casal, os detalhes desde que se conheceram e expresse ainda a personalidade e as características dos noivos.
O resultado? “Foi incrível! Superou todas nossas expectativas, seguindo a ideia que sempre tivemos vontade em relação à celebração e com alguns pontos que trouxeram surpresa, espontaneidade e leveza para a cerimônia”, lembra Fogaça. Por isso, não há dúvidas de que, mesmo exigente nas provas alguns anos atrás, ainda assim ele recomenda a celebração e Fábio Luporini para outros casais. “Também pela praticidade em relação à elaboração da cerimônia, ele deu todas as diretrizes, ajudou-nos fazendo uma reunião e explicando tudo, foi bem transparente e prático. E, pensando na cerimônia em si, conseguiu chegar em um enredo que fizesse sentido para o casal, com a proporção exata de descontração e emoção.”
Para Fábio Luporini, ter celebrado o casamento de Gabriel Fogaça com Leticia Pionelli foi mais que especial. “Não somente por ele ter escolhido uma noiva maravilhosa e parceira, mas, sobretudo, porque ele foi o primeiro aluno do qual eu celebrei o casamento. Isso ficará guardado para sempre no meu coração. Mais que isso, durante a cerimônia pude utilizar esse fato também para conduzir o casal com mais leveza e descontração”, conta o celebrante. Hoje, Fábio Luporini já contabiliza ter celebrado o casamento de quatro ex-alunos, cada qual especial de uma maneira diferente.
Especialista em celebrações personalizadas, ao ar livre ou não, Fábio Luporini também tem grande experiência em Destination Wedding, tendo celebrado casamentos em diversos lugares, desde as principais capitais, como São Paulo e Curitiba, além de cidades do interior dos estados de São Paulo e Paraná, até mesmo na Itália. “Cada casal traz uma história e um enredo diferentes, mas, todos conduzidos pelo amor. Por isso, é importante entender e compreender a vontade dos noivos para poder celebrar de uma maneira que seja especial para eles”, comenta Luporini.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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Nova geração de casais prefere celebrante de casamentos com cerimônias personalizadas
A realidade pós-pandemia impactou o setor de eventos e, de modo especial, trouxe novas realidades para o universo dos casamentos. As festas passaram a ser mais enxutas, o brasileiro está se casando mais tarde e potencializou-se a figura do celebrante social de casamentos. Mesmo assim, em 2022 o país registrou 970.041 casamentos, 4% a mais que no ano anterior e um pouco abaixo dos números pré-pandemia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas, afinal, quem é o celebrante de casamentos?
“Digo sempre que o celebrante é a pessoa que irá conduzir uma cerimônia personalizada, com base na história do casal, levando em conta todas as possibilidades e configurações familiares”, explica Fábio Luporini, celebrante de casamentos há dez anos, especialista em celebrações personalizadas. “O celebrante de casamentos não substitui o padre, o pastor nem o juiz de paz, mas se diferencia justamente na personalização com base da trajetória dos noivos”, diz.
Fábio Luporini observa que a nova geração de casais fez surgir uma demanda pelo celebrante social de casamentos, potencializada pela pandemia. “As pessoas estão se casando mais tarde e essa geração busca valores como mais conexão e sentido nas atividades que faz, incluindo o casamento. Então, o celebrante de casamentos tem a missão de conectar as histórias de quem está diante do altar, tornando ainda mais emocionante e até descontraída na medida certa”, ressalta o celebrante, que mora em Londrina, mas atua no Brasil inteiro, tendo celebrado em capitais como Curitiba e São Paulo, além de todo o interior do Paraná e de São Paulo e até na Itália.
Dados do IBGE mostram que, em 2022, a média de idade nos casamentos foi de 31,5 anos entre os homens e 29,1 entre as mulheres. Em 2010, essa idade era de 29,2 anos para eles e 26,5 anos para elas. “Claro que a pandemia afetou um pouco e acabou adiando alguns casamentos. Mas, de modo geral, as pessoas mudaram suas percepções sobre a vida, investindo mais em casamentos personalizados”, explica o especialista.
Casais de pandemiaOutro impacto é o de que muitos casais se conheceram durante a pandemia e já se casaram. “Por um lado, as pessoas estão se casando mais tarde. Mas, por outro, estão se casando mais rápido. A pandemia trouxe esse senso de urgência em viver e aproveitar as oportunidades e momentos”, avalia Fábio Luporini. De qualquer maneira, segundo o celebrante, o papel é diferente do padre, pastor ou juiz de paz. “O padre e o pastor, ou qualquer outro representante de qualquer outra religião, têm a autoridade religiosa, cujo objetivo é o sacramento ou a sacralidade. Já o juiz de paz representa a autoridade civil. E o celebrante vem ao encontro das necessidades personalizadas dos casais”, afirma.
Nesse caso, a pandemia também impactou, de certa forma, potencializando a preferência dos casais pelo celebrante de casamentos, já que é esse o profissional especialista em celebrações ao ar livre, por exemplo. “Muitas vezes o padre não celebra fora da Igreja e acaba ficando mais caro levar o juiz de paz fora do cartório. Então, o celebrante cumpre o papel de conduzir a cerimônia, com a vantagem de se basear na história do casal”, ressalta. Fábio Luporini explica que, para isso, marca uma reunião de alinhamento com o casal cerca de um mês e meio antes da cerimônia, para roteirizar a celebração e ouvir a história dos noivos.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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Elopement Wedding aumenta a responsabilidade da organização e da celebração do casamento
O número de casais adeptos do Elopement Wedding é cada vez maior e, numa cerimônia mais íntima e reservada, cresce também a importância da contratação de alguns profissionais fornecedores. Entre eles, a figura da cerimonialista, ou seja, da organizadora do casamento, mas, também, do celebrante, de quem irá conduzir a cerimônia. Não importa onde seja, a celebração do dia mais especial de um casal precisa ser preparada e conduzida com responsabilidade e por fornecedores competentes e de excelência a fim de que esta seja uma experiência inesquecível e nostálgica.
“Embora uma Elopement Wedding seja geralmente uma cerimônia menor e mais íntima do que um casamento tradicional, ainda pode haver muitos detalhes a serem considerados, especialmente se estiver acontecendo em um local distante como a Itália”, explica Ketlen Gomes, Wedding Planner especialista em casamento na Itália. De acordo com ela, por lá os destinos mais procurados são Roma, Toscana, Costa Amalfitana, Positano, Lago di Como. “Esse tipo de casamento costuma ser planejado de forma discreta e é uma escolha popular para casais que desejam uma experiência mais intimista e romântica, longe das tradições e formalidades de um casamento convencional.”
Ketlen explica que a Wedding Planner cuidará dos detalhes como análise de contratos, planejamento financeiro do casamento, escolha da melhor localização, logística e coordenação dos fornecedores contratados, entre eles fotógrafos, videomakers, músicos, floristas, locação, maquiadores e o celebrante. Além disso, é papel da organização estar atenta aos requisitos legais, quando houver, assim como a personalização dos detalhes e o gerenciamento de tudo no dia do casamento. “Mesmo sendo um evento menor, um casamento a dois na Itália, conhecido como Elopement Wedding, ainda pode ser personalizado para refletir a personalidade e os desejos do casal, para garantir uma experiência memorável e única”, ressalta.
Embora, muitas vezes, o Elopement Wedding seja, ao mesmo tempo, um Destination Wedding, ou seja, realizado em outro país ou em outro local que não seja a cidade do casal, mesmo assim a realização da celebração não fica mais cara. Isso porque, apesar dos custos com os fornecedores, o casal não terá maiores despesas com buffet, por exemplo. “Mesmo sendo em outro país, torna-se mais barato pelo simples fato de não haver convidados ou ter um número reduzido”, pondera Ketlen.
Fábio Luporini, celebrante de casamentos especialista em Elopement Wedding e em celebrações personalizadas, explica que a opção por esse formato precisa considerar alguns detalhes. “Uma celebração como essa é muito mais significativa para o casal, porque valoriza, de fato, o momento dos noivos. Mas, não haverá a presença dos familiares e amigos, ou essa presença será muito reduzida, então, é preciso levar em conta que será um momento íntimo e, assim, o celebrante deve valorizar a história e a trajetória desse casal”, observa o celebrante.
O celebrante, de acordo com Fábio Luporini, é aquele quem irá conduzir e dar sentido ao momento e ao formato que os noivos escolheram para celebrar. “Sem a presença de convidados ou com um número reduzido de pessoas, a celebração continua sendo o ponto alto do casamento, porque senão corre-se o risco de se tornar apenas uma sessão de fotos e vídeos. E, ao contrário, esse dia deve passar para a história como um dia de celebração”, defende o especialista.
Por isso, segundo o celebrante, é importante escolher um celebrante que tenha não apenas a excelência na prestação do serviço, mas, sobretudo, experiência nesse tipo de cerimônia, além, é claro, da sensibilidade e da sabedoria em conduzir. “Além de celebrar com amor e com excelência, a Elopement Wedding exige do celebrante experiência, inclusive com questões logísticas de viagem, quando for o caso”, ressalta. Outro aspecto importante é o alinhamento com a organização do evento. “Para tudo dar certo, é preciso que o celebrante esteja alinhado com a Wedding Planner.”
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Casamento na fazenda e pets com alianças: veja as tendências da cerimônia personalizada
Uma cerimônia personalizada, celebrada por um celebrante profissional de casamentos, tem diversas possibilidades que um casamento tradicional nem sempre tem. Entre elas, a realização da celebração ao ar livre, numa fazenda, por exemplo, além da entrada das alianças com o pet do casal. Fábio Luporini, celebrante de casamentos especialista em cerimônias ao ar livre, em Destination Wedding e em Elopement Wedding, afirma que tudo é possível na hora de realizar o sonho dos noivos.
“A celebração personalizada precisa traduzir a essência de cada casal, por isso, é importante trazer os elementos que fazem sentido para os noivos, permitindo que os sonhos sejam realizados e orientando a melhor maneira disso acontecer”, ressalta Fábio Luporini. Foi ele quem celebrou o casamento de Roberta Pimentel Cobianchi, cirurgiã dentista, e Nelson Luiz Mossato Cobianchi, bancário, em 11 de maio de 2024, na Fazenda Morro Santa Clara, em Santo Antônio da Platina, no Paraná.
“Eu não conseguia imaginar nossa cerimônia sem um celebrante de casamento, então, recebemos a indicação do trabalho do Fábio através de nossa assessora Fernanda. Durante a reunião, foi amor à primeira vista. Seu carisma, simpatia, inteligência e o acolhimento humano nos encantou e não restou dúvidas de que queríamos ele em nosso casamento”, conta Roberta. Compartilhar com o celebrante o sonho do pet participar da cerimônia ajuda a preparar uma celebração personalizada. “Desde sempre sonhei que minha cachorrinha entrasse com as alianças. Quando expus meu desejo ao Fábio, ele foi muito otimista com o resultado final. No dia da celebração, a Aurorinha entrou plena e linda com nossas alianças e nossa leal e fiel escudeira ficará marcada em toda nossa história pra sempre.”
EmoçãoO papel do celebrante de casamento, na avaliação de Fábio Luporini, é trazer as emoções do casal para a cerimônia. E foi exatamente o que Roberta e Nelson sentiram. “A emoção causada em nós e em nossos convidados marcou o nosso casamento com grande alegria, pois todos puderam conhecer um pouco mais sobre nossa história e participar um pouco dela assim como nos fez relembrar cada pedacinho de nossa história com muito carinho”, conta Roberta. Nesse sentido, a noiva afirma que a contratação de um celebrante profissional fez toda a diferença.
“A sabedoria e o amor que o Fábio transmite em cada palavra faz com que o coração fique leve e em paz. A maioria de nossos convidados veio elogiar. A cerimônia foi linda, carismática e ele falou sobre nossa história olhando em nossos olhos, nos arrancando gargalhadas, sorrisos e emoções que nos emocionaram muito”, conta a noiva, que já quer agendar a renovação de votos. “Eu gostaria de poder casar diversas vezes para ter o Fábio em nosso casamento, mas já falei que ele já está contratado para a renovação dos votos.”
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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Mini Wedding é celebração intimista que equilibra cerimônia emocionante com leveza
Os casais mais jovens, em busca de mais propósito, aliados ao pós-pandemia do coronavírus potencializaram um tipo de casamento que se tornou mais comum nos dias de hoje: os Mini Weddings, ou seja, as cerimônias mais intimistas e com um número reduzido de convidados. Entretanto, as características desse tipo de celebração vão além da quantidade de pessoas. Passam por questões como personalização e pelo local onde são realizados, como chácaras, jardins de casa, hotéis e restaurantes, entre outros.
Isabela Pagnan, designer de moda, e Pedro Pinotti, designer gráfico, escolheram uma celebração nesses moldes. Eles se casaram no dia 18 de maio no Espaço do Chef, em Londrina, e, depois, no comecinho de junho, em uma cerimônia na Itália. Nos dois casos, o número de convidados foi mais restrito, tornando a cerimônia mais intimista. “Acreditamos que uma celebração de Mini Wedding deve refletir a personalidade dos noivos, sendo mais leve e descontraída do que um casamento tradicional. A autenticidade e a intimidade são aspectos essenciais para criar um ambiente acolhedor e especial”, ressalta Isabela.
CelebrantePara o casal, um dos principais fornecedores num Mini Wedding é o celebrante do casamento. “O papel do celebrante é essencial na preparação dessa data importante, especialmente quando ele tem o cuidado de ouvir e conhecer a história do casal. Isso garante que a cerimônia seja genuína e que reflita a verdadeira essência dos noivos”, diz a noiva. No caso da cerimônia na Itália, o irmão da noiva e um amigo do noivo fizeram esse papel. Mas, no Brasil, a escolha foi por um celebrante social de casamentos, Fábio Luporini.
“Decidimos escolher o Fábio Luporini porque queríamos uma cerimônia leve, intimista e personalizada. O Fábio foi a escolha perfeita para esse tipo de cerimônia! Com seu jeito querido, alto astral e atencioso, ele traduziu perfeitamente nossa história e nossa essência como casal”, ressaltam os noivos. Isabela e Pedro queriam uma celebração personalizada. “Para nós, era fundamental que nosso celebrante levasse em conta nossa história e trajetória, incluindo detalhes que realmente importam para nós. Uma celebração personalizada torna o momento ainda mais significativo e memorável. Recomendamos o Fábio não apenas pelo seu trabalho impecável, mas também pela pessoa querida, leve e incrível que ele é. Ele conseguiu criar uma cerimônia que superou nossas expectativas”, afirmam.
Especialista em Mini Weddings, Fábio Luporini já celebrou casamentos desse tipo em Londrina, em diversas outras cidades do Paraná, no interior de São Paulo, na capital paulista e até na Itália. “Quando os noivos escolhem um Mini Wedding, percebe-se que, de fato, valorizam cada detalhe, desde os convidados, escolhidos a dedo, até os principais momentos da cerimônia. Afinal, o casal está focado em deixar registrada na memória afetiva mais um momento importante em sua trajetória”, ressalta o celebrante.
DetalhesDe acordo com ele, o celebrante deve ser uma pessoa preocupada com os detalhes, desde os que fazem sentido na história do casal até os que serão vividos no roteiro da celebração. “Personalizar um Mini Wedding é poder proporcionar aos noivos justamente o que eles imaginaram para essa ocasião, levando em conta a história do casal e, também, as vontades e os desejos para esse dia tão especial”, afirma Fábio Luporini. No caso da Isabela e do Pedro, a celebração precisou levar em conta, além da trajetória dos dois, que, alguns dias depois, haveria uma nova cerimônia, conduzida pelo irmão e pelo amigo.
Além disso, o casal que busca um Mini Wedding está procurando, na maioria das vezes, o equilíbrio perfeito entre a emoção e a descontração. “O celebrante precisa ter a sabedoria de contar a história do casal de maneira emocionante, mas com a dose certa da descontração, para que a celebração se torne leve e, ao mesmo tempo, inesquecível”, ressalta o celebrante.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos especialista em celebrações personalizadas, ao ar livre ou em ambientes fechados, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Natural de Londrina, celebra casamentos desde 2015, em todo o Paraná, incluindo cidades como Maringá e Curitiba, além de São Paulo e interior paulista. Já celebrou casamentos até na Itália, além de ser referência em celebrações de profissionais do setor e de artistas. É também mestre de cerimônias de eventos sociais e corporativos, além de escritor especializado em biografias de pessoas, empresas e instituições.
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Por que não convidar amigos ou parentes para celebrar um casamento?
Para economizar ou porque querem algo mais personalíssimo, diversos casais convidam amigos ou parentes para celebrarem seus casamentos. Nem sempre é a melhor ideia, embora seja totalmente justificável. Especialista em celebrações personalizadas, o celebrante de casamentos Fábio Luporini explica os motivos pelos quais os noivos devem preferir um celebrante profissional: a grande emoção que pode tomar conta do amigo ou parente além da falta de experiência na condução e posicionamento no altar.
“Não é que seja ruim convidar um amigo ou parente para celebrar um casamento, mas é que sem a experiência profissional, a pessoa que está lá na frente pode deixar alguns detalhes despercebidos atrapalharem o momento, que é único e ficará marcado para sempre”, ressalta Fábio Luporini, há uma década celebrando casamentos em diversos estados brasileiros e no exterior. Um dos motivos é a grande emoção que toma conta da pessoa. “Por ser amigo ou parente do casal, a pessoa que está celebrando pode ser levada pela emoção e não conseguir controlar o choro ou o riso, prejudicando o roteiro da cerimônia.”
Outro aspecto importante a ser levado em conta é o fato de, sem ter experiência, a pessoa não saber se posicionar durante a celebração. “Sempre digo que o celebrante faz parte do cenário, mas existem alguns momentos em que só devem aparecer os noivos. Então, é importante que o celebrante saiba se posicionar para potencializar o trabalho dos fotógrafos e videomakers”, pondera Fábio Luporini. De acordo com ele, em momentos como a entrada dos pais, do noivo, dos padrinhos, da florista e da noiva, assim como as alianças, o celebrante se posiciona atrás dos fotógrafos e videomakers. Já durante os votos, permanece em frente aos noivos, para o caso de precisarem de algo.
Entretanto, um dos momentos fundamentais em que o celebrante deve possibilitar o protagonismo do casal é o do beijo. “Nesse momento, o celebrante fica de lado para que os fotógrafos e videomakers captem apenas o casal, principalmente se o cenário de fundo é um pôr do sol, o mar ou uma montanha. Esse momento é único e espontâneo e muitos amigos e parentes acabam aparecendo em todas as fotos simplesmente por não terem a experiência de saber se posicionar”, ressalta.
AlternativaApesar de recomendar fortemente a contratação de um celebrante profissional de casamentos, Fábio Luporini sempre oferece alternativas e possibilidades para os casais que fazem questão de uma palavra de algum amigo ou parente. “Durante a roteirização da cerimônia, sugiro convidar o amigo ou parente para fazer uma fala, seja no início, no meio ou no final. Assim, além de garantir uma celebração impecável, o casal também terá a emoção do amigo ou parente fazendo uma fala especial para aquele momento”, sugere. Segundo Fábio Luporini, isso também tira o peso da responsabilidade de condução de uma cerimônia em quem não tem familiaridade com essa realidade.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos especialista em celebrações personalizadas, ao ar livre ou em ambientes fechados, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Natural de Londrina, celebra casamentos desde 2015, em todo o Paraná, incluindo cidades como Maringá e Curitiba, além de São Paulo e interior paulista. Já celebrou casamentos até na Itália, além de ser referência em celebrações de profissionais do setor e de artistas. É também mestre de cerimônias de eventos sociais e corporativos, além de escritor especializado em biografias de pessoas, empresas e instituições.
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Veja 6 dicas importantes na hora de escolher o celebrante do seu casamento!
O casamento é um dia especial na vida de um casal e, independentemente do tamanho que seja, sempre há muito detalhes a serem vistos e definidos. Tudo vai depender de como o casal realizará a cerimônia e a festa, mas, alguns itens são imprescindíveis e não podem faltar. Entre eles, uma boa assessoria que ajudará na organização, os figurinos do casal, além de um bom celebrante. Por isso, o celebrante de casamentos Fábio Luporini, especialista em celebrações personalizadas, em Destination Wedding e Elopemente Wedding, elencou seis dicas essenciais na hora de escolher quem irá celebrar.
Quem irá celebrar? em primeiro lugar, é preciso decidir quem irá celebrar o casamento: um padre, um pastor, uma autoridade religiosa, um juiz de paz ou um celebrante profissional de casamentos? O ideal é que, quando o casal tem alguma religião, prefira realizar uma cerimônia religiosa mais reservada à família, com efeito civil, contratando um celebrante para uma cerimônia no local da festa, com todos os convidados. A questão é que o celebrante é o único que irá proporcionar uma celebração personalizada.
Conexão: para escolher o celebrante do seu casamento, é preciso que haja conexão entre o casal. Além de definir com base no perfil e no portfólio do celebrante, é preciso que o celebrante consiga captar a essência de cada casal, afinal, é isso que irá proporcionar uma celebração personalizada. Por isso, uma reunião ajuda a perceber se o celebrante está em sintonia com as expectativas do casal. Gaste meia horinha fazendo uma reunião online ou marcando um café para poder sentir a conexão antes de decidir o celebrante.
Personalização: independentemente do portfólio do celebrante, perceba se ele está disposto a preparar uma celebração totalmente personalizada. Às vezes, o casal quer uma entrada diferente, uma dinâmica especial, uma fala personalizada. E o celebrante é aquele que irá colocar em prática a vontade e o desejo de cada casal, buscando referências e transformando em realidade o sonho dos noivos. Além disso, o celebrante também poderá orientar e aconselhar, dada sua experiência, para mostrar ao casal o que funciona e o dá certo numa celebração.
Disponibilidade: prefira um celebrante que tenha disponibilidade para atender ao casal onde quer que os noivos decidam se casar: num salão, num buffet, na casa dos noivos, numa chácara, numa fazenda, na cachoeira, na praia, num ponto turístico, enfim, onde quer que a celebração aconteça. Normalmente os celebrantes têm outros trabalhos e profissões e alguém que seja autônomo e trabalhe em home office facilita e permite viagens, além de datas e horários diferenciados.
Valor: escolha um celebrante que imprima valor no trabalho que faz, que confira ao dia mais especial de um casal o verdadeiro valor de uma cerimônia personalizada. O barato sempre acaba saindo mais caro. A celebração é um momento do casamento que merece o investimento necessário porque dela depende o sorriso e a emoção do casal que ficarão eternizados nas fotos e vídeos. Por isso, busque escolher o celebrante que o seu casamento mereça.
Olhos nos olhos: o celebrante, na maioria das vezes, é o único que está de frente para o casal numa cerimônia. Portanto, é extremamente importante e elegante que o celebrante olhe nos olhos do casal, em vez de ficar lendo roteiros e histórias em papel ou em aparelhos eletrônicos. Olhar nos olhos do casal é uma maneira de trazer à tona as emoções e sentir o que o casal está sentindo naquele momento. Por isso, escolha um celebrante que internalize a história do casal e celebre olhando em seus olhos.
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Casamentos em metrópoles ou outros países exigem logística e organização do celebrante
O celebrante de casamentos é o profissional “mais fácil” de se contratar em um casamento, seja ao ar livre, seja dentro de um salão, seja em um Mini Wedding, em um Destination Wedding ou em um Elopement Wedding. Afinal, sua participação não exige grandes estruturas ou equipamentos, ao contrário, basta a presença. Entretanto, um profissional de excelência é aquele que tem a organização e a logística muito bem planejadas para que tudo corra bem, proporcionando tranquilidade ao casal. De modo especial quando a celebração é realizada em uma grande cidade, metrópole ou em outro país.
“É preciso saber calcular o tempo de deslocamento e incluir o tempo de imprevisto, afinal, todo mundo está sujeito a um congestionamento ou a um carro pifar. Por isso, organização e planejamento são fundamentais”, afirma Fábio Luporini, celebrante de casamentos especialista em celebrações personalizadas, ao ar livre, dentro do salão, em Destination Wedding, Mini Wedding e em Elopement Wedding, com foco também em bodas e renovação de votos, além de mestre de cerimônias de eventos corporativos e sociais. Como celebrante de casamentos e mestre de cerimônias de eventos corporativos, Fábio Luporini já realizou trabalhos em São Paulo e na Itália, por exemplo.
No caso de São Paulo, Fábio Luporini afirma que é preciso se preparar para enfrentar congestionamento. “A distância, às vezes, nem é tão grande, mas um percurso que se faria em meia hora, deve-se considerar cerca de duas horas, para chegar com tranquilidade e antecedência”, orienta. De acordo com o especialista, é melhor esperar no local do evento do que correr o risco de chegar atrasado. Recentemente, o celebrante realizou uma cerimônia no Welucci Village, na Vila Leopoldina. Hospedado na Vila Clementino, o percurso dava cerca de 10km. Entretanto, por ser uma sexta-feira à noite, o trajeto demorou quase 50 minutos para ser feito de carro. “Saí de onde eu estava e ainda cheguei com mais de uma hora de antecedência.”
O mesmo vale para países diferentes onde são realizados os Destination Weddings. Fábio Luporini já celebrou na Itália e recomenda sempre a chegada do celebrante cerca de dois ou três dias antes da data marcada e, no dia da cerimônia, chegar de três a quatro horas antes no local indicado. “Isso porque estamos num país diferente do nosso, com costumes diferentes e com imprevistos totalmente diferentes. Então, é preciso ter tempo para tomar uma decisão diferente na hora do imprevisto”, ressalta o celebrante internacional.
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Cerimônia das areias é ritual simbólico realizado em celebração personalizada de casamento
A cerimônia das areias é um dos rituais simbólicos mais escolhidos pelos casais que decidem realizar uma celebração personalizada de casamento. Conduzido pelo celebrante, o ritual tem o significado de mostrar a união dos noivos que, assim como a junção das areias torna-as impossível de serem separadas, o casal que escolhe viver junto também está unido. Fábio Luporini, celebrante de casamentos personalizados, explica que a realização desse tipo de cerimônia também deve ser construída de maneira personalizada.
“Cada casal tem uma característica e, por isso, a cerimônia das areias também deve ser personalizada. Desde as cores das areias até a condução do momento, que pode ser incluído durante os votos, pode ser feito no final da celebração ou, até mesmo, ao longo de toda a cerimônia”, explica Fábio Luporini, que é especialista em casamentos ao ar livre, em Destination Wedding e Elopement Wedding. Recentemente, o celebrante realizou uma cerimônia das areias que foi sendo conduzida ao longo de toda a celebração do casamento porque, dessa maneira, foi possível conectar e fazer uma relação com a história e trajetória do casal.
O primeiro passo para a realização de uma cerimônia das areias é definir esse ritual durante a reunião com o celebrante. Depois, pedir à organização do casamento que providencie areias de duas cores diferentes, além de três recipientes transparentes, dois para cada areia escolhida e um vazio, onde serão depositadas, juntas, as duas areias diferentes. “Esse ritual pode ser muito bem conduzido e explorado pelo celebrante, tornando esse momento ainda mais marcante e inesquecível para o casal. É uma alternativa que engrandece ainda mais a troca de votos e a cerimônia como um todo”, ressalta Fábio Luporini.
Há casais que escolhem dividir esse momento com outros convidados, seja com os familiares ou com os padrinhos, inserindo-os e tornando-os parte desse ritual. “Tudo é possível, desde que a personalização do momento faça sentido para cada casal. A condução do celebrante depende da vontade dos noivos”, afirma Fábio Luporini. Se os noivos quiserem, podem ler uma mensagem enquanto realizam o ritual ou podem pedir que cada familiar, padrinho ou madrinha depositem areia no recipiente. No fim da celebração, o recipiente maior que recebe toda a areia se torna uma lembrança que pode ser transformada em uma recordação do casal e ocupar um espaço de destaque na casa.
CelebranteFábio Luporini é celebrante de casamentos desde 2015, especialista em celebrações personalizadas ao ar livre, dentro de um salão, em renovação de votos, em bodas, em Mini Wedding, em Destination Wedding e em Elopement Wedding. Em mais de dez anos de atuação, já foram realizadas mais de 250 celebrações em todo o Paraná, incluindo as principais cidades como Londrina, Maringá e a capital Curitiba, além de São Paulo, do interior à capital paulista, e até na Itália.
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